A pé ou de bicicleta, a Junta de Freguesia de Montemor-o-Velho promove o "II Passeio da Freguesia – Ajude o seu Coração fazendo exercício", no dia 1 de Junho, a partir das 9h00.
O início da actividade – que pretende promover a prática de exercício físico, um estilo de vida saudável e um maior convívio entre os munícipes –, vai começar junto ao Parque Municipal da Juventude e, depois de passar por várias localidades da freguesia, termina com um almoço convívio no Parque de Campismo.
À semelhança da edição anterior, o almoço composto por alimentos amigos do coração vai ser oferecido pela Junta de Freguesia a todos os participantes.
As inscrições podem ser feitas na sede da junta ou pelo telefone 239 680 353.
Depois da excelente prestação nas ESCOLÍADAS 2008 a Escola Secundária de Montemor-o-Velho volta a dar que falar ao vencer os nacionais que se realizaram em Évora, no Alentejo. A nossa equipa de basquete saiu vitoriosa e por isso mesmo vai a Malta representar Portugal.
Resta-nos dar os parabéns à nossa fantástica equipa e desejar-lhe muitos momentos de glória como os que viveram nesta fim de semana, que acreditamos ter sido alucinante!
Montemor-o-Velho é uma vila com inúmeras potencialidades de desenvolvimento, que podem ser aproveitadas, o que motivou a nossa opção por este trabalho relacionado com a nossa vila, apresentando ideias para a rentabilização destas potencialidades. Depois de termos formulado o projecto na nossa cabeça, tivemos conhecimento do concurso “Cidades Criativas”, uma iniciativa desenvolvida pela Universidade de Aveiro, que tem como objectivo a dinamização das cidades/vilas por alunos do 12.º ano que, socorrendo-se da sua imaginação, poderão dar nova vida aos locais que fazem parte do seu quotidiano, enriquecendo-se também a nível pessoal. Esta participação no concurso implica a manutenção do nosso blog, montemor_a_mexer.blogs.sapo.pt. Foi assim que nasceu a decisão de abraçarmos este desafio, procurando dinamizar o projecto “Montemor a Mexer”.
Somos cinco alunos do 12.º ano da Escola Secundária de Montemor-o-Velho: Joana Matos, Ana Santos, Rodrigo Santos, Emanuel Marques e Rudi Batista. Este trabalho, pelas várias vertentes que abrange, permite-nos interagir com diferentes recursos e com diferentes entidades.
Fruto do trabalho que já há algum tempo temos vindo a desenvolver, e dos contactos com a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, surgiu a possibilidade de estarmos presentes no VI Festival do Arroz e da Lampreia. Tratando-se de um evento já conceituado, que todos os anos traz até nós inúmeros visitantes, não deixámos passar a oportunidade de divulgar o nosso trabalho e as nossas intenções. Actualmente encontramo-nos na recta final do trabalho, de que vamos fazer uma apresentação pública, bem como das propostas que vamos entregar para concurso, algumas delas junto das entidades competentes a nível autárquico e não só.
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Manuel Maria de Macedo Pereira Coutinho Vasques da Cunha Portugal e Menezes nasceu em Verride a 1 de Maio de 1839 e faleceu em Lisboa, no dia 20 de Outubro de 1915. Fez parte de uma das mais antigas e fidalgas famílias da região. Foi um marco na arte da ilustração portuguesa. Transferiu-se para o Porto, depois de desenvolver os seus estudos. Mais tarde deslocou-se para Coimbra, onde estudou pintura na Universidade. Finalmente, mudou-se para Lisboa, e, durante vários anos, dedicou-se à cenografia. Quando tinha 45 anos de idade foi vítima de uma doença de olhos, que o impediu de desenhar. No entanto, ocupou o lugar de conservador do Museu de Belas-Artes, em 1884.
Nasceu por volta de 1432 em Montemor-o-Velho e faleceu em 1518, tendo sido sepultado na capela-mor da Igreja do Convento dos Anjos, da qual financiou a construção. Fidalgo português governador ultramarino, que desde a mocidade auxiliou o pai no serviço de fidalgos. Exilou-se no estrangeiro, regressando a Portugal para escoltar o rei D. Afonso V na batalha de Alcácer-Ceguer. Homem de confiança de D. João II, em que este encarregou a Diogo de Azambuja o comando geral da expedição enviada para o golfo da Mina. Foi nomeado, enquanto D. João II ainda reinava, vendor-mor das artilharias e armazéns militares do Reino. D. Manuel I, no seu reinado, encarrega-o de levantar as fortalezas de Mogador (1506) e de Safim (1508-1510), por ele conquistada.
Angelino Gomes Ferrão nasceu a 26 de Outubro de 1909, na terra de em Arazede, e faleceu a 26 de Fevereiro de 1994. Manifestou desde sempre o gosto pela música, o que o conduziu a incorporar-se na Sociedade Filarmónica Arazedense, mantendo-se ligado a esta toda a vida. Para além da música, os seus dons expandiram-se ao teatro, revista e às artes gráficas, tendo realizado inúmeras caricaturas. Foi professor de música e, até hoje, é o único titular da Medalha de Mérito Cultural Municipal.
Poeta e músico português, que nasceu em Montemor-o-Velho em 1520/24 e morreu em 1561 em Piemonte. Autor contemporâneo de Camões, que dedicou a D. João e D. Joana a sua primeira publicação, Cancioneiro.
Jorge de Montemor foi um dos autores portugueses com maior êxito literário no século XVI. Este êxito deveu-se à obra Diana, novela pastoril escrita em castelhano, que teve um elevado número de edições e foi também traduzida em várias outras línguas (francês, italiano, inglês, alemão e holandês).
Foi com imenso orgulho que acompanhámos a participação da nossa escola nas ESCOLÍADAS 2008.
Com 177 pontos obtivemos o 2º lugar, o que nos deixa muito satisfeitos uma vez que todo o trabalho foi realizado apenas por alunos. No entanto, agradece-se a fantástica colaboração do prof . Nuno Marques e da prof . Cristina Mortágua.
Francisco de Pina e de Melo nasceu em Montemor-o-Velho, a 7 de Agosto de 1695. Era oriundo de uma família nobre originária de Aragão, segundo informação de Barbosa Machado, chega a Portugal no séquito da Rainha Santa. O próprio autor considerava-se descendente de Rui de Pina. Estudou em Coimbra, por duas vezes, sem contudo ter concluído os cursos que frequentou: Cânones e Teologia. Atingiu um notável prestígio na sua época, não admira pois que apareça qualificado como “príncipe dos poetas” ou “Homero português” pelos censores das suas obras. O elevado estatuto que Pina e Melo adquiriu entre os poetas barrocos justifica os ataques de que foi vítima por parte da Arcádia Lusitana, nascida em 1756. Os últimos anos dedicou-os à teorização literária, numa tentativa de deixar para a posterioridade os ensinamentos que foi colhendo ao longo de uma vida de mais de cinquenta anos de escrita. Morreu em Montemor-o-Velho a 23 de Outubro de 1773.
Esther Amélia da Costa Coutinho da Silva Carvalho nasceu em Montemor-o-Velho, em 20 de Agosto de 1858 e faleceu no Brasil. Era filha de D. Maria Amélia da Costa Côrte-Real e do bacharel António Augusto Coutinho da Silva Carvalho, natural de Montemor, e descendente do fidalgo Domingos Faial de Carvalho, que se notabilizou ao serviço de D. Afonso II que lhe concedeu brasão. Esther de Carvalho tentou ser professora porém o seu feitio folgazão e a conduta libérrima que tinha prejudicaram a sua carreira no magistério. Tendo desistido dos estudos, enveredou pela carreira de actriz em que se notabilizou, tanto em Portugal como no Brasil, para onde partiu em 1882 e onde se radicou. A população de Montemor-o-Velho prestou-lhe homenagem atribuindo ao Teatro da vila o seu nome. Creatura excepcional em tudo, nas modas, no pensar, nos amores, nos triumphos que obteve, na nomeada que criou, na morte que a derruiu!
Fernão Mendes Pinto nasceu em Montemor-o-Velho, em 1510 e morreu na quinta do Pragal, em Almada, em 1583.
Filho de família modesta, foi levado por um tio para Lisboa quando tinha 10 ou 12 anos, para servir em casas de fidalgos. A sua juventude foi repleta de peripécias, até que em 1537 resolveu embarcar para a Índia em busca de riqueza, tendo chegado a Diu em 5 de Setembro de 1537. Começa então a sua vagabundagem pelas terras do Oriente de que fez relato na sua obra Peregrinação, dizendo que foi "treze vezes cativo e dezasseis vendido, nas partes da Índia, Etiópia, Arábia Feliz, China, Tartária, Macáçar, Samatra e outras províncias daquele oriental arquipélago dos confins da Ásia".
Entre as várias peripécias por que passou, conheceu S. Francisco Xavier, que acompanhou ao Japão e à China; entrou para a Companhia de Jesus como irmão leigo, tendo dela saído alguns anos depois em circunstâncias algo misteriosas.
Regressou a Portugal em 1558 e é a partir desta data que escreve a Peregrinação, obra autobiográfica e narrativa de aventuras onde é difícil distinguir entre a realidade e a ficção, sendo no entanto uma visão diferente da epopeia dos Descobrimentos. Concluída em 1580, três anos antes da sua morte, a obra só será publicada em 1614, possivelmente com alguns cortes e arranjos ao sabor das circunstâncias.
António da Silva Barbosa nasceu na Fontela, Figueira da Foz, a 24 de Dezembro de 1931. Em 1950 iniciou a sua actividade como ciclista amador júnior. Foi campeão em vários campeonatos nacionais, e das suas nove participações na Volta a Portugal, obteve 34 vitórias em etapas, sendo ainda hoje um record nacional. Das provas estrangeiras, participou quatro vezes na Volta a França (1956, 1957, 1958 e 1960); três vezes na Volta a Espanha (1957, 1958 e 1961); duas vezes na Volta a Marrocos (1952 e 1960) e duas vezes na Volta a Andaluzia (1960 e 1961), entre outras provas do calendário internacional da U.C.I. – Union Cycliste Internationale. Terminou a sua carreira de ciclista em 1962. Para além de ciclista, ainda ligado a esta actividade, foi formador, treinador, seleccionador, jornalista e comentador de televisão, foi director técnico nacional de ciclismo até ao ano de 2000. Em 1990 foi distinguido pelo governo português com a medalha de mérito desportivo. Em Janeiro de 2007, aos 75 anos de idade, recebeu a Medalha de Ouro da Juventude e dos Desportos de França, entregue através do embaixador francês Patrick Gautrat.
São inúmeras as figuras que se destacaram ao longo da história em Montemor-o-Velho. Como tal, e porque não poderiam ficar esquecidas vamos falar delas nos próximos dias.
Fique a saber mais sobre cada personalidade nestes dias...
Hoje, por volta das 10 horas foram entregues 194 bolsas de estudo. Estas bolsas pretendem apoiar jovens de famílias carenciadas. Assim foram entregues bolsas de mérito, de excelência, a portadores de deficiência e a estudantes do ensino superior, do ensino profissional e do ensino secundário.
Uma grande iniciativa que promove o interesse pelo estudo e pelas artes nos jovens do concelho.